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Banner do evento Congresso Internacional Linguagens Pan-Amazônicas: integração de saberes (CILPA)

Congresso Internacional Linguagens Pan-Amazônicas: integração de saberes (CILPA)

Início: 19/11/2026, 08:00

Fim: 21/11/2026, 19:00

Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT - Campus Universitário de Sinop - Sinop - Mato Grosso - Brasil

Tipo: Congresso

Inscrições abertas

Carga horária: 30h

Sobre o evento

O Grupo de Trabalho Estudos Linguísticos na Amazônia Brasileira (ELIAB/ANPOLL) tem o prazer de anunciar a realização do Congresso Internacional Linguagens Pan-amazônicas: integração de saberes  (CILPA). Trata-se de um evento apoiado pelo Programa de Apoio a Eventos no País (PAEP), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), organizado pelo ELIAB, em parceria com a Faculdade de Ciências Humanas e Linguagem (FACHLIN), o Curso de Letras, o Programa de Pós-graduação em Letras (PPGLetras), o Programa de Pós-graduação Profissional em Letras (PROFLETRAS), o Grupo de Estudos e Pesquisas em Linguística Aplicada e Sociolinguística (GEPLIAS), o Grupo de Estudos e Pesquisa em Mídia e Comunicação sobre a Amazônia (GEMCA), o Curso de Cinema e Mídias (Faculdade de Tecnologia de Sinop – FASTECH).

            O CILPA tem o propósito de integrar Programas de Pós-graduação em Letras (Linguística) pan-amazônicos, a saber, aqueles presentes no Brasil, Peru, Colômbia, Bolívia, Equador, Guiana, Suriname, Venezuela e Guiana Francesa, no sentido de debater, divulgar e compartilhar pesquisas produzidas nos cenários nacional e internacional, a fim de estimular o diálogo entre a produção de ciências, bem como suas implicações para os estudos e práticas da linguagem. Ademais, busca divulgar a produção científica dos Programas e instituições de ensino, propiciar momento de intercâmbio de produção científica, estabelecer diálogos interinstitucionais e atender à demanda de necessidade de divulgação da produção de conhecimento específico deste contexto.

O evento ocorrerá em formato híbrido entre os dias 19 e 21 de novembro de 2026, na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), campus Sinop, com mesas e conferências (modalidade presencial), minicursos (modalidades presencial e remota) e apresentações de comunicações vinculadas a grupos temáticos (modalidade remota).

Línguas do congresso: português, espanhol, inglês e Libras.

 Informações em Libras.

Informações em Apinayé

Informações em Javaé

Informações em Hãtxa Kuin

Informações em Xerente

Informações em Juruna

Informações em Krahô

Informações em Nuku Tsãi

Informações em Karajá

Circular

Resumo dos GTs

Modelo para apresentação de trabalhos

Programação e atividades

Visualizar por data

19 atividades em 19 de novembro de 2026.

OutroCredenciamento e vivências08:00 às 11:00
Data

19 de novembro de 2026

Horário

08:00 às 11:00

Mais informações desta atividade ainda não foram informadas.

OutroCredenciamento13:30 às 14:00
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 14:00

Mais informações desta atividade ainda não foram informadas.

MinicursoMinicurso Online - Análises Qualitativas do Léxico Geral e Terminológico: perspectivas para o estudo da realidade linguística e sociocultural13:30 às 17:30Foto de Luis Henrique SerraMinistrante/ConvidadoLuis Henrique Serra
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

Os estudos do léxico têm sido tradicionalmente orientados por abordagens quantitativas, fundamentadas na identificação de padrões, frequências e recorrências em corpora. Embora tais procedimentos sejam fundamentais para a descrição linguística, observa-se a necessidade de ampliar as perspectivas analíticas, incorporando abordagens qualitativas capazes de evidenciar as relações entre língua, cultura e sociedade. Nesse contexto, o léxico pode ser compreendido como um importante reflexo das experiências históricas, sociais e culturais de uma comunidade linguística e sua análise pode e deve ir para além da frequência de formas linguísticas, muito embora essa seja uma dimensão também importante da análise lexical como um todo. Este minicurso tem como objetivo discutir possibilidades de análise lexical que transcendam os dados estritamente quantitativos, explorando fenômenos relevantes para a Lexicologia e a Terminologia. Serão abordados temas como os tabus linguísticos e sociais, a representação lexical da realidade sociocultural e aspectos relacionados à descrição da diversidade linguística do Maranhão, com destaque para contextos amazônicos. No minicurso, abordaremos cruzamentos da pesquisa nos estudos do léxico com outras áreas das ciências humanas e sociais, como a Sociologia, a Antropologia e a Sociolinguística. Nessa direção, serão apresentados estudos sobre variação terminológica, enfatizando sua dimensão denominativa e conceitual, bem como suas contribuições para a compreensão dos processos de construção e circulação do conhecimento. A proposta destina-se a estudantes de iniciação científica, pesquisadores de pós-graduação e demais interessados em investigações sobre variação lexical e terminológica, especialmente aquelas desenvolvidas a partir de dados de uso real e corpora digitais disponíveis em fontes abertas e verificáveis. Ao final do minicurso, espera-se que os participantes ampliem seu repertório teórico-metodológico para a análise qualitativa do léxico e da terminologia em diferentes contextos de pesquisa. Palavras-chave: léxico; variação; análise qualitativa.

Ministrante/Convidado

Foto de Luis Henrique Serra

Luis Henrique Serra

MinicursoMinicurso Online - Diversidade linguística em destaque: desafios e práticas no ensino de português em contexto multi/plurilíngue13:30 às 17:30Foto de Ediene Pena FerreiraFoto de Carlos Henrique Xavier de AguiarFoto de Natália Roberta Araújo AlmeidaMinistrantes/ConvidadosEdiene Pena Ferreira, Carlos Henrique Xavier de Aguiar +1
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

O minicurso online, denominado “Diversidade linguística em destaque: desafios e práticas no ensino de português em contexto multi/plurilíngue”, tem como objetivo promover reflexões sobre o ensino de Língua Portuguesa em contextos multi/plurilíngues, considerando a presença de estudantes que não têm o português como língua materna. Partindo de discussões teóricas sobre multilinguismo, plurilinguismo e as diferentes funções assumidas pela língua portuguesa, serão analisados os desafios pedagógicos, linguísticos e socioculturais presentes em salas de aula marcadas pela diversidade linguística. O minicurso também busca discutir perspectivas interculturais voltadas para o acolhimento e a valorização dos repertórios linguísticos dos estudantes. Serão apresentadas e debatidas situações didáticas de ensino, possibilitando a identificação de estratégias pedagógicas adequadas a contextos educacionais plurais. Além disso, os participantes serão convidados a refletir sobre práticas de acolhimento linguístico que favoreçam a participação e a aprendizagem de estudantes em situação de mobilidade, migração ou refúgio. Como conteúdos, serão abordados conceitos de multilinguismo e plurilinguismo, português como língua materna, segunda língua e língua adicional, educação linguística intercultural, políticas de acolhimento e práticas pedagógicas inclusivas a partir de autores consolidados na área como Oliveira (2009), Bassani (2015), Aguiar (2025), Almeida (2026), Monteagudo (2012), Horst et al (2023), Bagno (2017) entre outros. O minicurso será desenvolvido por meio de exposição dialogada, discussão de textos, análise de situações e atividades colaborativas. Para isso, os recursos utilizados serão notebook, a plataforma do Google Meet e forms para a exposição e aplicação de questionários. Assim, espera-se contribuir para a formação de docentes e pesquisadores interessados em compreender e atuar de forma crítica e sensível diante da diversidade linguística presente no contexto escolar contemporâneo. Palavras-chave: diversidade linguística; contextos multi/plurilíngues; desafio e práticas docentes.

Ministrantes/Convidados

Foto de Ediene Pena Ferreira

Ediene Pena Ferreira

Universidade Federal do Oeste do Pará

Foto de Carlos Henrique Xavier de Aguiar

Carlos Henrique Xavier de Aguiar

Foto de Natália Roberta Araújo Almeida

Natália Roberta Araújo Almeida

MinicursoMinicurso Online - Identidades brasileiras: arte negra numa perspectiva decolonial13:30 às 17:30Foto de Walace RodriguesMinistrante/ConvidadoWalace Rodrigues
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

A presente proposta de minicurso promove uma discussão, por meio da análise de imagens de objetos artísticos, acerca da arte negra brasileira, tomando o trabalho de diversos artistas nacionais para um debate sob a perspectiva decolonial. Mesmo quando as obras executadas por artistas negros – ou que tematizam a negritude no Brasil – não se voltam explicitamente para as questões raciais, elas posicionam esses criadores e suas temáticas em lugar de destaque. Assim, funcionam como mecanismos decoloniais para um pensar crítico sobre a negritude e superam a função meramente estética, operando como uma crítica social direta e contundente. O percurso metodológico contemplará obras de Agnaldo Manoel dos Santos, Heitor dos Prazeres, Mestre Didi, Rubem Valentim e Silvana Mendes, entre outros artistas. Esta proposta alinha-se aos estudos na área das linguagens, com foco nas manifestações artísticas. A valorização da diversidade sociocultural e das contribuições dos diversos grupos culturais brasileiros pode auxiliar na implementação crítica da Lei nº 10.639/03 no espaço acadêmico. Compreender e validar os saberes expressos na arte negra é um passo indispensável para fraturar o monopólio eurocêntrico sobre o conceito de erudição, beleza e técnica. A valorização desse conhecimento não apenas resgata trajetórias historicamente silenciadas, mas também reposiciona a produção estética negra como uma das matrizes fundantes da identidade e do pensamento intelectual brasileiro. Desse modo, busca-se fomentar a e valorizar a pluralidade identitária do país, superando visões preconceituosas e consolidando os saberes e as linguagens artísticas negras como ferramentas legítimas de transformação social, emancipação cognitiva e reexistência pelo viés decolonial. Palavras-chave: decolonialidade; artes visuais brasileiras; arte negra; linguagens artísticas.

Ministrante/Convidado

Foto de Walace Rodrigues

Walace Rodrigues

MinicursoMinicurso Online - Letramento Midiático: a conexão de saberes entre a linguística e as ciências da comunicação.13:30 às 17:30Foto de Miguel Rodrigues NetoMinistrante/ConvidadoMiguel Rodrigues Neto
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

Esta proposta de minicurso tem como objetivo principal estabelecer um diálogo teórico-metodológico entre os estudos linguísticos, em especial os estudos discursivos de linha francesa e os estudos midiáticos no que concerne as teorias da comunicação e do jornalismo. Os conteúdos que serão trabalhados no minicurso serão os seguintes: a) Panorama dos estudos linguísticos com ênfase na análise do discurso de linha francesa: método, aporte teórico e principais objetos de pesquisa. b) O campo de estudo das ciências da comunicação: as teorias da comunicação e do jornalismo. Método de estudo da mídia tradicional e digital. c) Letramento midiático: ensino de língua portuguesa com base nas contribuições dos estudos linguísticos e midiáticos. d) Oficina de cases práticos para observação da materialidade discursiva em textos e/ou peças selecionadas. Como referencial teórico utilizaremos: Charaudeau (2006; 2008), Cruz; Santaella (2024); Maingueneau (2011); Pinheiro; Salles (2016) e Ramalho (2010). Além destes também trabalharemos com recorte de mídias para elucidar casos práticos. Recursos a serem utilizados: projetor, lousa, material de apoio impresso e canetas. Espera-se que os participantes deste minicurso venham de diferentes campos do saber e que ao final da atividade sejam capazes de estabelecer pontos de conexão entre diferentes teorias e métodos afim de desenvolver pesquisas interdisciplinares na graduação ou na pós-graduação. Palavras-chave: Análise do Discurso; Ciências da Comunicação; estudos linguísticos; letramento midiático; teorias do jornalismo.

Ministrante/Convidado

Foto de Miguel Rodrigues Neto

Miguel Rodrigues Neto

Professor da Educação Superior, Jornalista e Assessor de Comunicação da Universidade do Estado de Mato Grosso em Sinop/MT

MinicursoMinicurso Online - Língua e Sociedade: percorrendo os caminhos da Sociolinguística13:30 às 17:30Foto de Neusa Inês PhilippsenFoto de Gabriel De Oliveira LopesMinistrantes/ConvidadosNeusa Inês Philippsen, Gabriel De Oliveira Lopes
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

O minicurso “Língua e Sociedade: percorrendo os caminhos da Sociolinguística” tem como objetivo central promover reflexões acerca da relação entre língua e sociedade, discutindo os principais conceitos da Sociolinguística e sua relevância para a compreensão [e valorização] da variação e da diversidade linguísticas. Com esse propósito, serão abordadas questões como o que é a Sociolinguística, quais são seus objetos de estudo, suas principais preocupações e vertentes, além da discussão de conceitos fundamentais, quais sejam: norma-padrão, norma culta e normas populares, bem como os diferentes tipos de variação linguística. A partir dessas discussões, o presente minicurso busca contribuir para o reconhecimento da importância da Sociolinguística no combate ao preconceito e à intolerância linguística, fenômenos que afetam diretamente a valorização da heterogeneidade do português brasileiro. A discussão da Sociolinguística de modo geral será fundamentada nos trabalhos de Mollica e Junior (2016). Já no que diz respeito às suas vertentes, serão adotadas como referência as contribuições de Bortoni-Ricardo (2014, 2025), para a Sociolinguística Educacional; de John J. Gumperz (1982, 1997), para a Sociolinguística Interacional; e de Labov (2008 [1972]), para a Sociolinguística Variacionista. Quanto aos conceitos de norma, serão consideradas as contribuições de Antunes (2007), Faraco (2008), Faraco e Zilles (2017), Travaglia (2009), entre outros autores. Já para abordar questões relacionadas à variação, à diversidade, ao preconceito e à intolerância linguística, serão utilizados os estudos de Bagno (2015), Ilari e Basso (2009), Leite (2008), Freitag (2024) e Silva (2012), além das contribuições de Gnerre (1991) acerca das relações entre linguagem, escrita e poder. Palavras-chave: diversidade linguística; variação linguística; norma culta, normas populares, preconceito linguístico.

Ministrantes/Convidados

Foto de Neusa Inês Philippsen

Neusa Inês Philippsen

Foto de Gabriel De Oliveira Lopes

Gabriel De Oliveira Lopes

MinicursoMinicurso Online - Linguagens, identidades, Cultura e Memória Afro-indígena na Amazônia Brasileira13:30 às 17:30Foto de Georgiana Márcia Oliveira SantosFoto de Patrícia Carla de Melo MartinsMinistrantes/ConvidadosGeorgiana Márcia Oliveira Santos, Patrícia Carla de Melo Martins
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

O minicurso tem por finalidade apresentar estratégias de pesquisa sobre a formação da cultura e da identidade afro-indígena da Amazônica Brasileira, tendo os territórios quilombolas ludovicense e a Baixada Maranhense como objeto de pesquisa. Apresenta um referencial teórico e metodologia em desenvolvimento nas ações e pesquisas dos Grupos de Pesquisa Línguas, Memórias, Identidades e Culturas - GELMIC, e Cultos e Crenças na Baixada Maranhense - CCBM, coordenados pelas proponentes. Adentramos nos métodos da pesquisa participativa aplicadas em território quilombola e da religiosidade dos povos de terreiro (Tambor de Mina, Pajelança, Terecô, Cura, Umbanda e Candomblé). Se discutirá o levantamento da terminologia e da etnoterminologia, da população quilombola ludovicense e aspectos relacionados às linguagens das práticas e representações das tradições da religiosidade da Baixada Maranhense. Abordagens produzidas a partir da linguagem oral local, tomada como principal forma de avançar nas pesquisas acerca da identificação de uma negritude que carrega tradições afrodescendentes e indígenas. Falamos da presença de um sistema cultural afro-indígena, composto pelas histórias conectadas que ultrapassam os discursos hegemônicos instituídos no processo de colonização. O minicurso trata de revisões histórico-literárias e instrumentaliza o reconhecimento de tradições afro-indígenas mantidas pela oralidade. Tradições que constituem espaços de resistência e produção de sentidos e significados próprios, compondo territórios e fronteiras em constante movimento para manterem viva sua identidade relacionada a memória dos seus ancestrais. Esse minicurso evidenciará a importância da relação entre quilombolas, povos de terreiro e os pesquisadores no processo constitutivo da preservação da memória e da identidade coletiva, evidenciando parte da cultura brasileira que constitui a Amazônia Brasileira/Maranhense. Palavras-chave: linguagem; história; afro-indígenas; oralidade; Amazônia Brasileira.

Ministrantes/Convidados

Foto de Georgiana Márcia Oliveira Santos

Georgiana Márcia Oliveira Santos

Foto de Patrícia Carla de Melo Martins

Patrícia Carla de Melo Martins

MinicursoMinicurso Online - REGISTRO GRÁFICO DA LIBRAS: NOÇÕES BÁSICAS DO SISTEMA DE ESCRITA DE LÍNGUA DE SINAIS – VISOGRAFIA13:30 às 17:30Foto de Cláudio BenassiFoto de Áurea de Santana BuenoFoto de Rosa Carolina Silva de GouveiaMinistrantes/ConvidadosCláudio Benassi, Áurea de Santana Bueno +1
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

Historicamente, observa-se que nem toda sociedade dispõe de um sistema gráfico, permanecendo na condição de língua ágrafa. Contudo, é inegável a importância da escrita para a humanidade, de tal forma que, segundo Higounet, a invenção da escrita constitui um marco na história, esta poderia ser dividida em antes e depois desse evento. É fato que estamos inseridos em uma sociedade grafocêntrica, ou seja, temos acesso à um sistema gráfico (no caso, da língua oral) e o utilizamos, diariamente, para diferentes fins. No Brasil, temos também a Língua Brasileira de Sinais (Libras) reconhecidamente como língua de comunicação e expressão da comunidade visual, pela Lei 10.436/2002. Entretanto, mesmo a Libras não sendo ágrafa, sua modalidade escrita é praticamente ignorada no processo de ensino-aprendizagem da Língua de Sinais (LS). Assim, entendendo que o aprendizado da escrita é fundamental para a construção da identidade e autonomia linguística do sujeito, nosso objetivo, com esse minicurso (modalidade online), é divulgar conhecimentos acerca da Escrita de Língua de Sinais (ELS), especialmente a VisoGrafia (VG). Para tanto, apresenta-se um panorama geral dos diferentes sistemas de ELS, focando na VG. Esta se destaca por sua concisão e organização visual. Tais aspectos possibilitam o registro gráfico de forma imagética, potencializando um rápido aprendizado na escrita e na leitura da LS. Metodologicamente, trata-se de um estudo bibliográfico, fundamentado na premissa vigotskiana de aprendizagem acerca da importância da língua escrita para o desenvolvimento integral do indivíduo; na afirmação de Coulmas de que não dá para estudar uma língua sem estudar a sua escrita; dentre outros autores que versam sobre a ELS. Assim, ao propor esse minicurso, esperamos descortinar a ELS como ferramenta prática e imprescindível para o registro, documentação, produção e difusão de saberes da Libras, bem como para a construção identitária e autonomia linguística dos seus falantes. Palavras-chave: sistemas de ELS; registro em LS; visoGrafia; ensino-aprendizagem de Libras; identidade e autonomia linguística.

Ministrantes/Convidados

Foto de Cláudio Benassi

Cláudio Benassi

Docente/Chefe do Depto de Letras/UFMT

Foto de Áurea de Santana Bueno

Áurea de Santana Bueno

Foto de Rosa Carolina Silva de Gouveia

Rosa Carolina Silva de Gouveia

MinicursoMinicurso Online - TECENDO OSSOS E TESOURAS: DIÁLOGOS IDENTITÁRIOS E RESISTÊNCIA FEMININA ENTRE INÊS PEDROSA E MARLI WALKER EM CONTEXTO AMAZÔNICO13:30 às 17:30Foto de Shirlene Rohr de SouzFoto de Wagner Pereira de SouzaMinistrantes/ConvidadosShirlene Rohr de Souz, Wagner Pereira de Souza
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

O minicurso propõe um diálogo entre o conto "A cabeleireira" (2007), de Inês Pedrosa, e a obra poética Jardim de ossos (2020), de Marli Walker. A partir dos estudos de gênero e das dinâmicas identitárias no contexto amazônico, o objetivo é analisar como o “corte” e os “ossos” funcionam como imagens que redimensionam a experiência feminina, operando ora como mecanismos de silenciamento, ora como de emancipação. A atividade se fundamenta nos conceitos de dominação patriarcal e violência de gênero, discutidos por Beauvoir (1970), Saffioti (2015) e Cunha (2025), que auxiliam na compreensão do controle sobre o corpo e sobre a subjetividade. Partimos da premissa de que a autoria feminina contemporânea é um espaço privilegiado para problematizar o patriarcado e inscrever resistências. Os textos selecionados para balizamentos das discussões são emblemáticos: enquanto a narrativa de Pedrosa utiliza a metáfora do corte para representar o controle masculino, a poética de Walker explora o osso como estrutura de memória. O minicurso organiza-se em três eixos: (1) o silenciamento identitário e o corte na infância ligado ao abuso; (2) o corpo como campo de batalha e a lógica do feminicídio no relacionamento abusivo; e (3) as poéticas de resistência, que abrangem desde a insubordinação pelo corte de cabelo até o gesto extremo de ruptura contra o agressor. A metodologia, de base interativa, com pressuposição de trocas e ponderações do grupo, proporciona meios de reconhecer marcas de dominação-exploração e formas de afirmação identitária que emergem no contato entre a literatura [global] e Marli Walker como regional [contexto amazônico]. Ao articular esses universos, o curso evidencia como elementos cotidianos condensam conflitos de poder e gestos de libertação. Palavras-chave: escrita de resistência; imagens metafóricas; violência de gênero.

Ministrantes/Convidados

Foto de Shirlene Rohr de Souz

Shirlene Rohr de Souz

Foto de Wagner Pereira de Souza

Wagner Pereira de Souza

MinicursoMinicurso Presencial - “Handmade Reading Materials Workshop” Creación de materiales manuales y contextualizados para la enseñanza de Reading Skills en contextos panamazónicos13:30 às 17:30Foto de Jairo Patricio Galarza PuchaFoto de Jeny Stefania Mero VélezMinistrantes/ConvidadosJairo Patricio Galarza Pucha, Jeny Stefania Mero Vélez
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

La enseñanza de Reading Skills en contextos panamazónicos requiere estrategias pedagógicas innovadoras, accesibles y culturalmente relevantes que respondan a las realidades educativas de comunidades diversas y, en muchos casos, con recursos limitados. El aprendizaje significativo del inglés debe estar anclado en las particularidades locales, reconociendo la riqueza cultural, lingüística y ambiental de estos territorios. En numerosos contextos educativos amazónicos, los docentes enfrentan desafíos significativos relacionados con el acceso limitado a materiales didácticos de calidad, conectividad reducida e insuficiente, y recursos pedagógicos poco contextualizados a las realidades locales. Las herramientas educativas disponibles, frecuentemente diseñadas desde perspectivas ajenas a la realidad amazónica, generan desconexión profunda entre el contenido curricular y la vida cotidiana de estudiantes y comunidades. Esta brecha limita significativamente la efectividad pedagógica y desmotiva el aprendizaje. Por ello, surge la necesidad urgente de promover la creación colaborativa de materiales manuales, económicos y replicables que permitan fortalecer la comprensión lectora de manera significativa y participativa, transformando el aprendizaje en un proceso colaborativo, intercultural y culturalmente sensible que responda a las realidades específicas de cada contexto comunitario local. El presente workshop propone un espacio práctico y creativo donde docentes e instructores de inglés aprenderán a diseñar materiales artesanales efectivos para la enseñanza de Reading Skills, integrando elementos culturales, ambientales y comunitarios propios de los contextos panamazónicos. Los participantes desarrollarán competencias pedagógicas clave para crear recursos innovadores utilizando historias locales auténticas, saberes tradicionales indígenas y problemáticas ambientales contemporáneas, generando un impacto duradero y transformador en sus aulas y en las comunidades educativas amazónicas. Palabras clave: reading skills; contextos panamazónicos; diseño de materiales; educación intercultural; innovación pedagógica; aprendizaje significativo; creatividad.

Ministrantes/Convidados

Foto de Jairo Patricio Galarza Pucha

Jairo Patricio Galarza Pucha

Foto de Jeny Stefania Mero Vélez

Jeny Stefania Mero Vélez

MinicursoMinicurso Presencial - Cuerpo y naturaleza en la fraseología: Análisis semántico-cognitivo del español andino de Bolivia, reflexión sobre el portugués y su enseñanza en ELE13:30 às 17:30Foto de Gregorio Callisaya ApazaMinistrante/ConvidadoGregorio Callisaya Apaza
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

En el estudio de las lenguas, la fraseología refleja de manera profunda la visión del mundo y la cultura de una comunidad. Desde la perspectiva de la semántica cognitiva, se entiende que el núcleo de nuestros sistemas conceptuales tiene como base la experiencia corpórea y la interacción física con el entorno. Bajo esta premisa, el presente minicurso tiene como propósito analizar los mecanismos de formación de la fraseología del español andino hablado en Bolivia y establecer una reflexión práctica sobre la situación de la misma en la lengua portuguesa. Durante las cuatro horas de duración, el contenido se estructurará en dos grandes ejes de motivación fraseológica. En primer lugar, se analizarán los somatismos: unidades pluriverbales en las que el ser humano se sirve de lo más cercano, su propio cuerpo (cabeza, pie, ojo, boca), para referirse a fenómenos abstractos asociados a actitudes o emociones. En segundo lugar, se explorarán las metáforas zoonímicas, evidenciando cómo los nombres de animales se fijan en el léxico para conceptualizar el comportamiento humano. En tercer lugar, se presentará una reflexión metodológica sobre cómo debe abordarse su enseñanza en el aula, demostrando la importancia fundamental que tiene el uso de estas frases idiomáticas para alcanzar una auténtica competencia comunicativa. La metodología del minicurso tendrá un carácter teórico-práctico. Después de cada presentación, se invitará a los asistentes a participar en un ejercicio de reflexión comparativa. El objetivo es comentar sobre los equivalentes en portugués para observar empíricamente si los recursos de formación metafóricos coinciden entre ambas lenguas. De esta manera, el minicurso permitirá comprobar cómo operan los procesos de lexicalización, demostrando que cada idioma cristaliza una identidad cultural única. En base a estas estrategias, se ofrecerá un ejemplo práctico de cómo abordar este rico inventario léxico en la enseñanza del español como lengua extranjera (ELE). Palabras clave: fraseología; somatismos; Semántica Cognitiva; español andino.

Ministrante/Convidado

Foto de Gregorio Callisaya Apaza

Gregorio Callisaya Apaza

MinicursoMinicurso Presencial - Descolonizar la escritura académica en inglés: prácticas discursivas, inteligencia artificial y formación docente en las amazonías13:30 às 17:30Foto de MARIA ANGELICA RIVADENEIRA ZAMBRANOFoto de LADY DENISSE SANCHEZ PALMAMinistrantes/ConvidadosMARIA ANGELICA RIVADENEIRA ZAMBRANO, LADY DENISSE SANCHEZ PALMA
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

Los procesos actuales de internacionalización de la educación superior han consolidado al inglés como lengua predominante en la producción, difusión y validación del conocimiento científico. En este escenario, la escritura académica en inglés se ha convertido en una competencia fundamental para docentes, investigadores y estudiantes universitarios que buscan participar en comunidades científicas internacionales. Sin embargo, esta práctica no se limita al dominio lingüístico, sino que implica la apropiación de normas discursivas, epistemológicas y culturales que responden, en gran medida, a modelos académicos anglosajones históricamente hegemónicos. El presente trabajo desarrolla una reflexión crítica sobre la escritura académica y su relación con los procesos de internacionalización, tomando como referencia los contextos educativos amazónicos y latinoamericanos. Desde un enfoque crítico-decolonial, se analizan las tensiones existentes entre las exigencias globales de publicación científica y la necesidad de preservar identidades culturales, saberes locales y formas alternativas de construcción del conocimiento. Asimismo, se examina el impacto del uso creciente de herramientas de inteligencia artificial en la producción académica, considerando sus aportes para el fortalecimiento de competencias de escritura, traducción y organización textual, así como los desafíos éticos y epistemológicos asociados a su utilización. La investigación integra discusión teórica, revisión conceptual y análisis de experiencias vinculadas a la formación docente y la literacidad académica. Entre los principales ejes de análisis destacan la colonialidad lingüística, la identidad discursiva, la producción científica periférica y las posibilidades de una pedagogía de escritura más inclusiva e intercultural. Se concluye que la formación académica contemporánea requiere estrategias pedagógicas críticas que permitan a estudiantes y docentes participar activamente en escenarios científicos internacionales sin renunciar a sus contextos socioculturales ni a la diversidad epistemológica propia de la región amazónica y latinoamericana. Palabras clave: escritura académica; inteligencia artificial; formación docente; literacidad académica; internacionalización educativa.

Ministrantes/Convidados

Foto de MARIA ANGELICA RIVADENEIRA ZAMBRANO

MARIA ANGELICA RIVADENEIRA ZAMBRANO

Foto de LADY DENISSE SANCHEZ PALMA

LADY DENISSE SANCHEZ PALMA

MinicursoMinicurso Presencial - Descrição e Linguística de línguas sem tradição de escrita13:30 às 17:30Foto de Rogério Vicente FerreiraMinistrante/ConvidadoRogério Vicente Ferreira
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

O minicurso “Descrição e Linguística de Línguas sem Tradição de Escrita” apresenta os fundamentos teóricos e metodológicos necessários para a análise de línguas naturais, com foco especial em comunidades cujos sistemas linguísticos não possuem registro escrito consolidado. Parte-se da discussão geral sobre o conceito de linguagem e sobre os principais modelos de descrição linguística, situando a distinção entre gramática descritiva, voltada para observar e sistematizar o funcionamento real da língua, e gramática normativa, orientada por prescrições de uso. A partir dessa base, o curso introduz os níveis clássicos de investigação: fonologia, morfologia e sintaxe, destacando como cada componente contribui para a compreensão global do sistema linguístico. No campo fonológico, explora-se a identificação de inventários sonoros, padrões prosódicos e processos fonológicos recorrentes; na morfologia, examinam-se estruturas internas das palavras e mecanismos de formação; na sintaxe, abordam-se relações de ordenamento, funções gramaticais e regras que organizam enunciados. O curso também enfatiza a importância dos métodos de coleta de dados, especialmente em contextos de línguas sem escrita, em que o pesquisador depende de práticas sistemáticas de observação, gravação, elicitação e validação com falantes nativos. São discutidos desafios éticos, sociais e analíticos envolvidos nesse processo, bem como problemas teóricos e práticos que emergem na tentativa de descrever fenômenos ainda não documentados amplamente. Ao final, espera-se que o participante compreenda os princípios básicos da descrição linguística, seja capaz de reconhecer diferentes níveis de análise e desenvolva noções introdutórias de como coletar, organizar e interpretar dados linguísticos de forma rigorosa, contribuindo para a valorização e preservação de línguas que carecem de tradição escrita. Palavras-chave: descrição linguística; línguas indígenas; tipologia.

Ministrante/Convidado

Foto de Rogério Vicente Ferreira

Rogério Vicente Ferreira

MinicursoMinicurso Presencial - NARRATIVAS DE REEXISTÊNCIA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUAS: FUNDAMENTOS E PRÁTICAS A PARTIR DA PEDAGOGIA CRÍTICA13:30 às 17:30Foto de Edison Ferney Castrillón ÁngelMinistrante/ConvidadoEdison Ferney Castrillón Ángel
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

A formação de professores de línguas tem sido desafiada a responder às complexidades sociais, culturais e políticas que atravessam os contextos educacionais contemporâneos. Nesse cenário, as narrativas de reexistência emergem como uma perspectiva teórico-metodológica que possibilita aos docentes compreender, problematizar e ressignificar suas experiências pessoais e profissionais, reconhecendo-se como sujeitos históricos e agentes de transformação social. Este minicurso tem como objetivo apresentar os fundamentos conceituais das narrativas de reexistência à luz da Pedagogia Crítica e promover experiências práticas de construção narrativa voltadas à formação docente. Ao longo das atividades, serão discutidos conceitos relacionados à linguagem, identidade, agência, conscientização crítica e justiça social, articulando contribuições de autores da Pedagogia Crítica e dos estudos narrativos. Além disso, os participantes serão convidados a desenvolver exercícios de reflexão autobiográfica e produção de narrativas que permitam identificar experiências de resistência, enfrentamento de desigualdades e construção de alternativas pedagógicas em seus contextos de atuação. Com base em experiências realizadas com professores em formação e em exercício na Colômbia e no Brasil, o minicurso busca oferecer ferramentas teóricas e metodológicas que contribuam para a construção de práticas educativas mais críticas, inclusivas e sensíveis à diversidade cultural e linguística. Espera-se que os participantes fortaleçam sua capacidade de analisar criticamente suas trajetórias e de utilizar as narrativas como instrumentos de formação, pesquisa e transformação social. Palavras-chave: narrativas de reexistência; pedagogia crítica; formação de professores de línguas; identidade docente; educação linguística crítica.

Ministrante/Convidado

Foto de Edison Ferney Castrillón Ángel

Edison Ferney Castrillón Ángel

MinicursoMinicurso Presencial - REPRESENTAÇÕES DA INFÂNCIA INDÍGENA: os fios de saberes da literatura infantil para a formação docente na Amazônia13:30 às 17:30Foto de Adriana Lins PreciosoFoto de Igor MarangonMinistrantes/ConvidadosAdriana Lins Precioso, Igor Marangon
Data

19 de novembro de 2026

Horário

13:30 às 17:30

O contexto da infância indígena na contemporaneidade revela novos panoramas com representações mais próximas da realidade vivenciada nas aldeias pelo Brasil afora e a literatura infantil produzida por indígenas tem marcado presença na forma de apresentar novos saberes, posturas e vivências para o Brasil e o mundo, sendo amplamente reconhecida inclusive com prêmios nacionais e internacionais importantes. É um grande desafio ao professor quebrar estereótipos tão firmados ao longo de nossa história, a respeito da representação dos nativos e seus modos de viver ou organizar a infância. Faz-se necessário uma atualização tanto cumprimento da Lei N. 11.645/2008, quanto no abordar de novas metodologias e obras que cumpram com este propósito. Vale lembrar que a Lei torna obrigatório o ensino da cultura e da história indígena nos ambientes escolares de Ensino Fundamental e Médio por todo o país. As cores, as formas e as imagens encantam e junto com o texto convergem para a ideia principal que é dar conhecimento ao grande público das atividades, das crenças, na relação com a natureza e com os homens vivenciadas no espaço de moradia desses povos, tão diferente da forma de se viver das cidades. Sendo assim, o objetivo deste minicurso é apresentar obras que valorizem os modos de representação da infância indígena escrita por autores nativos, além de investigar a relação do texto escrito com as ilustrações e também identificar o processo de construção da identidade indígena. Para a leitura e análise dos textos escolhidos, foram selecionados: o pesquisador Luís Camargo (1999) que estuda as convergências entre texto e ilustração e serve de arcabouço teórico para este estudo. Junto dele, Ieda de Oliveira (2008) e Cristina Biazetto (2008), entre outros. Já em relação à infância Barbosa, Delgado e Tomas (2016) e a respeito das questões indígenas Munduruku (2006), Mahler-Nakashima, Kubeo, Tedeschi, Gomes (2024). Palavras-chave: infância indígena; literatura infantil; formação de professores.

Ministrantes/Convidados

Foto de Adriana Lins Precioso

Adriana Lins Precioso

Foto de Igor Marangon

Igor Marangon

OutroCerimônia de Abertura e apresentação cultural19:00 às 20:00
Data

19 de novembro de 2026

Horário

19:00 às 20:00

Mais informações desta atividade ainda não foram informadas.

ConferênciaConferência de abertura: TIERRAS BAJAS DE BOLIVIA: VITALIDAD Y RIESGO DE SUS LENGUAS INDÍGENAS: UN DIAGNÓSTICO INTERCENSAL20:00 às 21:00PDMinistrante/ConvidadoProf. Dr. Vicente Limachi Pérez
Data

19 de novembro de 2026

Horário

20:00 às 21:00

Bolivia reconoce 36 lenguas indígenas oficiales; 33 de ellas se concentran en las regiones amazónica y chaqueña del país. A diferencia de las lenguas de tierras altas – que cuentan con millones de hablantes y una fuerte vitalidad –, las lenguas amazónicas presentan números reducidos de hablantes, alta vulnerabilidad y un riesgo crítico de desaparición. Esta presentación analiza comparativamente datos censales y estudios realizados en los últimos cinco años para evaluar la vitalidad de las lenguas amazónicas bolivianas. Se identifican tendencias de declive acelerado en lenguas con centenas de hablantes, así como ciertos artefactos censales que invitan a una interpretación cautelosa. El diagnóstico revela que, salvo escasas excepciones, las lenguas de tierras bajas se encuentran en situación de vulnerabilidad extrema, con varios casos en riesgo inminente de extinción. Finalmente, se discuten las implicancias para las políticas lingüísticas y la necesidad de realizar estudios futuros que actualicen el conocimiento sobre la situación de estas lenguas. Palabras clave: lenguas amazónicas; vitalidad lingüística; vulnerabilidad; artefactos censales.

Ministrante/Convidado

PD

Prof. Dr. Vicente Limachi Pérez

OutroLançamento de livros e Coquetel de abertura21:00 às 22:30
Data

19 de novembro de 2026

Horário

21:00 às 22:30

Mais informações desta atividade ainda não foram informadas.

Ministrantes/Convidados

Inscrições

Confira as opções de inscrição. Lotes programados aparecem com a data de abertura.

Pesquisadores e docentes do Ensino Superior

R$ 100,00

Inscrições abertas

Alunos de graduação e docentes da Educação Básica

R$ 30,00

Inscrições abertas

Alunos da pós-graduação

R$ 60,00

Inscrições abertas

Organização e gestão

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